Quando os primeiros livros de autores franceses começaram a sair traduzidos no Brasil, lembro-me de ser perguntada se eu havia traduzido errado as posologias, pois elas pareciam ter doses muito altas.

Explicava que era isso mesmo: uso tópico com 75 %, 50 % de OEs; uso oral com 9, eventualmente mais gotas. Mas, se parassem pra ler com atenção, 50 % ainda se referia a usar 1 gota de OE diluída em 1 gota de OG – o que, de modo nenhum, configura exagero no uso tópico.
Mas, de uns tempos pra cá, tenho observado que a tradição francesa tem deixado de empregar “dosonas” de OEs e indicado, cada vez mais, “dosinhas.” No uso oral, se antes o consendo era de 1 gota ara cada 20 kg de peso corporal (adultos) em 3 tomadas por dia, agora é comum a indicação limitar o total de gotas a 6 em 24 horas.
Motivos? No vídeo explico. Penso que são dois fatores, sobretudo: a institucionalização da aromaterapia e um maior conhecimento da dose mínima pra se observar os efeitos desejados.
Dê play pra entender.
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Beijo de cheiro, Mayra.


