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Cetonas com as quais tomar cuidado

Postado às 12:41 do dia 21/11/22
A imagem traz a foto de um ramalhete de folhas de alecrim amarradas com um tecido bege e barbante e a frase ao lado: Cetonas com as quais tomar cuidado. Completam a imagem o desenho de uma janela aberta com floreira, que é o logo da Casa Máy, e o site www.casamay.com.br.

Cetonas são moléculas com uma dupla O (=O) pendurada entre dois carbonos em uma cadeia. Elas são relativamente comuns nos óleos essenciais e, entre elas, existem algumas, de cadeia cíclica, que fazem a (má) fama de óleos como alecrim-verdadeiro, sálvia-dalmaciana e lavanda-dentata, por exemplo. Veja quais são:

– cânfora, a mais famosa de todas, presente em quantidade no qt cânfora do alecrim-verdadeiro, na lavanda-estoechas, por exemplo;

– tuiona, que aparece no óleo de tuia e em algumas artemísias;

– fenchona, que surge na lavanda-dentata (esta que é plantada no Brasil);

– pinocanfona, que aparece no hissopo de mesmo quimiotipo.

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A preocupação principal com elas é sua neurotoxidade. Muitos públicos de exceção têm contraindicação formal pra usar OEs ricos nestas moléculas: epilépticos, pessoas com histórico ou antecedentes familiares de convulsão, crianças, sobretudo até 6 anos de idade, gestantes e lactantes, pacientes neurologicamente afetados, como parkinsonianos.

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O principal risco é o uso oral, mas o risco inalatório ou tópico não deve ser menosprezado, pois há pessoas mais suscetíveis que outras a estas moléculas.

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Mas quando não há contraindicações, o uso responsável de OEs ricos nestas cetonas cíclicas revela-se útil pra secar secreções respiratórias, no caso de algumas, ou aliviar dores musculares, no caso de outras.

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Venha estudar aromaterapia com a gente. Nós ensinamos do básico ao avançado, sempre explicando os porquês, os comos e os quandos 😀

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Você é amigo das OEs ricos em cetonas ou já teve dificuldades com eles?

Beijo de cheiro, Mayra.

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