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A “nova aromaterapia francesa”

Postado às 10:54 do dia 22/07/22
A imagem mostra a bandeira da França com suas 3 linhas verticais nas cores azul, branco e vermelho e, à frente dela, a frase: O que chamamos, na Casa Máy, de "a nova aromaterapia francesa?". Completam a imagem o desenho de uma janela aberta com floreira, que é o logo da Casa Máy, e o site www.casamay.com.br.

Nossos alunos e alunas têm ouvido cada vez mais aqui na Casa Máy sobre o que chamo de “a nova aromaterapia francesa”.

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Por que, de repente, isto se tornou importante?

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Bom, você deve ter estudado sobre as tradições francesas e inglesas de aromaterapia. (Se não estudou, tem uma palestra gratuita da profe sobre o assunto em nosso site.)

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A tradição francesa (ou melhor, francófona, pra incluirmos Baudoux, que é belga) iniciou certamente lá atrás com Dr. Jean Valnet, muito calcada no uso alopático dos OEs, em contexto médico, e se modernizou na década de 1990 com os trabalhos de uma patota boa: Franchomme, Pénoël, Jollois, Durafourd, Belaiche, Faucon, Staub, Zahalka, Festy. Esta tradição é caracterizada por muito uso tópico, em grandes concentrações, e uso interno.

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Agora, nomes como Marinier, Jaffrelo, Maillard, Faniel, Touboul, Lobstein, El Khiari e muitos outros têm revisto esta tradição e proposto novos consensos. Este trabalho têm se caracterizado por:

– adoção mais frequente de uso inalatório;

– concentrações menos fortes no uso tópico;

– redução da posologia em ingestão;

– redução da indicação da ingestão;

– consideração com interação medicamentosa.

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Esta “nova aromaterapia francesa” está muito conectada com o uso de OE em meio hospitalar, onde equipes multidisciplinares implementam estratégias de PICS.

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Bacana demais, não é? Por aqui, seguimos nos atualizando pra trazer a você as tendências, as revisões e o tradicional no uso terapêutico e hedônico dos OEs.

Beijo de cheiro, Mayra.

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