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Você bem sabe que plantas são propagadas por sementes ou mudas. É a diferença entre a lavanda-verdadeira fina (uma lavanda, em francês, chamada “de população” porque, como é plantada com sementes, cada pé tem seu próprio genótipo, constituindo-se em uma população de indivíduos vegetais) e a lavanda-verdadeira clonal (em que cada pé é um clone, i.e., com o mesmo genótipo).

Essa mesma diferença ocorre no vetiver. Cultivado na Índia a partir de sementes, esse vetiver recebe o nome local de khas khas, posteriormente khus khus na Europa. Aliás, vem daí o nome de um marcador do OE: khusimol.
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A propagação por mudas estéreis é muito comum no cultivo do vetiver. Países como Indonésio, China, Brasil, México, alémd e Haiti, El Salvador e Reunião são exemplos.
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Como o OE de vetiver vem de diferentes regiões, existe grande variação na composição química e, consequentemente, no cheiro. Para ilustrar, nos quatro primeiros países citados, pode haver presença de isoeugenol, que não é característico nos OEs que vêm dos demais. Mesmo em pequenas quantidades, certas moléculas impactam no cheiro do vetiver, como as vetivonas e khusimona, por exemplo.
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Beijo de cheiro, Mayra.
