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A região francesa do Canadá abriga parte da chamada floresta boreal, que cobre mais da metade de seu território. É uma região composta por grande variedade de coníferas, que toleram temperaturas muito baixas, poucas horas de luz e que desenvolveram a copa em formato cônico para permitir o escoamento da neve ao chão.

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Árvores com folhagem decíduas também compõem a flora nativa dessa região, como bétulas e choupos, bem como alguns arbustos e líquens que se estendem pelas subregiões de taiga e tundra.
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Entre as coníferas nativas do Québec, algumas produzem OEs explorados comercialmente:
- junípero-comum (Juniperus communis);
- espruce-canadense (Tsuga canadensis);
- abeto-balsâmico (Abies balsamea);
- abeto-branco (Picea glauca);
- espruce-negro (Picea mariana);
- larício-americano (Larix laricina);
- tuia-maçã (Thuja occidentalis);
- pinheiro-branco (Pinus strobus);
- pinheiro-cinza (Pinus banksiana);
- pinheiro-vermelho (Pinus resinosa).
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Dessas coníferas, as seguintes rendem hidrolatos mais facilmente encontrados no mercado local:
- junípero-comum;
- pinheiro-branco;
- abeto-balsâmico;
- tuia-maçã.
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Esses OEs são majoritariamente indicados em afecções respiratórias, como estimulantes mentais e reequilibrantes emocionais, além de cicatrizantes.
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Contudo, com o aquecimento global, essa diversidade está sob risco, além da ameaça do espalhamento de espécies exóticas ou da monocultura pra extração de madeira. Alguns desses OEs serão estudados no curso Aromaterapia na Tradição Francesa. Faça sua matrícula. Começa agora no início de março.
Beijo de cheiro, Mayra.

