O manjericão (Ocimum basilicum) produz pelo menos 3 quimiotipos de óleos essenciais, sendo o qt linalol, popularmente chaado de “doce”, o mais indicado em aromaterapia.

A indicação decorre do baixíssimo teor de metilchavicol (estragol), um composto com risco hepatocrcinogênico em roedores que possui forte restrição de uso na cosmética (o qt metilchavicol do manjericão, chamado usualmente de manjericão-exótico, tem venda proibida na França).
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Sorte nossa termos o OE de manjericão-doce, isento dessa toxidade, para usarmos. Ele tem um aroma de pura alegria e é notável em cólicas.
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Leia abaixo o bom e o difícil desse OE.
Bom:
- ação antiespasmódica considerável;
- ação relaxante suave;
- ação digestiva moderada;
- ação analgésica leve;
- ação anti-inflamatória leve.
Difícil:
- levemente irritativo (presença pequena de eugenol);
- limite máximo para uso dérmico: 3,3% (TISSERAND; YOUNG, 2014);
- odor potente e persistente (pode provocar náuseas em pessoas hiperosmósicas).
Me conte como usa o manjericão-doce rico em linlalol.
Beijo de cheiro, Mayra.


