Hortelã-pimenta – o bom e o difícil

O OE de hortelã-pimenta (Mentha × piperita) é um aliado em situações muitos corriqueiras como dor de cabeça, coceiras, enjoos e digestão difícil. Muitos também gostam de usá-lo pra alívio de congestão nasal.

A imagem traz uma tabela cujo fundo são folhas dde hortelã e o texto: Hortelã-pimenta, rico em mentol. O bom e o difícil desse óleo essencial. O texto na tabela está transcrito na postagem. Completam a imagem o desenho de uma janela aberta com floreira, que é o logo da Casa Máy, fundada em 2009, e o site www.casamay.com.br.

Mas esse OE impõe cuidados com crianças e no uso oral. Leia abaixo o bom e o difícil dele.

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Bom:

  • ação antálgica tópica pronunciada;
  • ação antipruriginosa pronunciada;
  • ação estomáquica pronunciada;
  • ação antiemética suave;
  • ação circulatória considerável.

Difíci:

  • diluição máxima em massagens de corpo inteiro: 2% (mentol);
  • contraindicado por qualquer via de administração até 3 anos de idade (TISSERAND INSTITUTE) (mentol);
  • diluição dérmica máxima entre 3 e 6 anos de idade: 0,5% (TISSERAND INSTITUTE) (mentol);
  • conteúdo de pulegona e mentofurano pode variar muito, impondo cautela no uso oral com pacientes cardíacos, sob medicação anticonvulsivante, anti-hipertensiva (bloqueadores de cálcio, gestantes, lactantes, entre outros);
  • não deve ser usado oralmente em caso de úlceras gástricas (mentol).

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As contraindicações e indicados referentes ao conteúdo de mentol servem também para o OE de hortelã-do-campo (Mentha arvensis).

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Me diga se o post lhe ajudou. Beijo de cheiro, Mayra.