Infectologia na tradição francesa

A infectologia com base científica na tradição francesa remonta ao início do século XX. Já nos anos 1950, a técnica do antibiograma passou a ser regularmente incorporada à clínica médica, que desenvolveu formas específicas de testar OEs, tanto em meio sólido (método de difusão em disco de ágar), quanto em meio líquido (método de diluição em caldo), contra bactérias e fungos isolados de secreções de pacientes reais.

A imagem mostra, ao fundo, um disco de plástico com crescimento bacteriano segurado por dedos com luva de plástico. Está escrito: Aromaterapia na Tradição Francesa: Infectologia. Quais são os grupos de óleos essenciais usados? Completam a imagem o desenho de uma janela aberta com floreira, que é o logo da Casa Máy, fundada em 2009, e o site www.casamay.com.br.

Paul Belaiche foi um autor que contribuiu largamente pra aplicabilidade do teste e, em seus estudos, agrupou os óleos essenciais bactericidas e bacteriostáticos em 3 grupos:

  • grupo dos OEs ditos “maiores”, no qual se destacou o OE de orégano-da-espanha (Origanum floribundum);
  • grupo dos OEs ditos “médios”, ao qual pertencem OEs tão variados quanto cajepute, lavanda-verdadeira, petitgrain, murta qt cineol, entre outro;
  • grupo dos OEs ditos “de terreno”, que inclui OEs que se mostraram ativos no teste de um paciente em específico.

Belaiche também estudou o efeitos dos OEs no fenômeno da resistência e, por isso, concluiu que os tratamentos com OEs deveriam incluir 4 diferentes. Ele observou que havia perda de sensibilidade, embora cogitou que fosse temporária.

Pra aprender mais sobre a infectologia na tradição francesa, venha pro curso Aromaterapia na Tradição Francesa, que inicia no dia 29 de março de 2026. Informações adicionais estão aqui no site enquanto o período de matrículas estiver aberto.

Beijo de cheiro, Mayra.