O OE de hortelã-pimenta (Mentha × piperita) é um aliado em situações muitos corriqueiras como dor de cabeça, coceiras, enjoos e digestão difícil. Muitos também gostam de usá-lo pra alívio de congestão nasal.

Mas esse OE impõe cuidados com crianças e no uso oral. Leia abaixo o bom e o difícil dele.
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Bom:
- ação antálgica tópica pronunciada;
- ação antipruriginosa pronunciada;
- ação estomáquica pronunciada;
- ação antiemética suave;
- ação circulatória considerável.
Difíci:
- diluição máxima em massagens de corpo inteiro: 2% (mentol);
- contraindicado por qualquer via de administração até 3 anos de idade (TISSERAND INSTITUTE) (mentol);
- diluição dérmica máxima entre 3 e 6 anos de idade: 0,5% (TISSERAND INSTITUTE) (mentol);
- conteúdo de pulegona e mentofurano pode variar muito, impondo cautela no uso oral com pacientes cardíacos, sob medicação anticonvulsivante, anti-hipertensiva (bloqueadores de cálcio, gestantes, lactantes, entre outros);
- não deve ser usado oralmente em caso de úlceras gástricas (mentol).
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As contraindicações e indicados referentes ao conteúdo de mentol servem também para o OE de hortelã-do-campo (Mentha arvensis).
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Me diga se o post lhe ajudou. Beijo de cheiro, Mayra.


