Cravo-da-índia: o bom e o difícil

Impossível não conhecer o óleo essencial de cravo-da-índia. Quente, picante, levemente floral e adocicado, traz uma lembrança boa quando é o aroma de pratos doces ou orientais, e uma lembrança bem diferente (ruim?) quando é usado na prática da odontologia.

A imagem traz o texto: cravo-da-índia (rico em eugenol). O bom e o difíci desse óleo essencial. Abaixo do texto, uma tabela com o bom e difícil que está na postagem. Completam a imagem o desenho de uma janela aberta com floreira, que é o logo da Casa Máy, fundada em 2009, e o site www.casamay.com.br.

OE com ricas ações biológicas, como a analgésica e a anti-infecciosa, ele tem um “defeito de fábrica”: é irritativo. Leia abaixo o bom e o difícil desse óleo essencial.

Bom:

  • ação analgésica tópica pronunciada;
  • ação anti-infecciosa pronunciada;
  • ação anti-inflamatória pronunciada;
  • ação antioxidante importante;
  • ação antiglicêmica moderada;
  • ação carminativa moderada;
  • possível ação vasorrelaxante.

Difícil:

  • contraindicado na gravidez e lactação;
  • contraindicado a menores de 12 anos;
  • irritativo para a pele e mucosas. Concentração máxima dermal: 0,5% (TISSERAND; YOUNG, 2014);
  • uso oral pontual por risco de toxidade hepática
  • possíveis interações medicamentosas no uso oral com anticoagulantes, antiagregantes plaquetários, antidiabéticos, anti-hipertensivos, colinérgicos e anticolinérgicos. antidepressivos.

Importante conhecer essas informações todas, não é?

Beijo de cheiro, Mayra.